9 de março de 2014

O Mundo precisa de mais humanismo




                          Imagem Google

                              Estimados Leitores

Na sequência da minha última mensagem vou dar início ao resumo - sinopse - das histórias que compõem os meus livros. 


São pequenas crónicas e histórias de ficção escritas numa linguagem acessível a leitores de todas as faixas etárias. Alguns dos meus leitores puseram-me a questão: "porque não escreves um romance?" E eu respondi que uma casa não começa a ser construída a partir do telhado.
Talvez até conseguisse escrever um romance - esse é o meu desejo - mas, por  enquanto, fico-me pelas histórias mais simples. Outros, perguntam-me incrédulos: "o que escreves e a maneira como descreves parece tão real!... será que aconteceu mesmo?"

E eu respondo, com a simplicidade que me caracteriza: "é claro que não aconteceu." No entanto, quem escreve pode basear-se em acontecimentos da vida real, narrando-os à sua maneira, acrescentando, ou não, algo que possa contribuir para que pareçam reais à imaginação do leitores.

Por vezes há acontecimentos na vida real que parecem retirados dum filme ou dum romance e o contrário também acontece. O importante é prender o leitor, desde a primeira frase - não sei se isso acontece com as minhas histórias - envolvê-lo no enredo, de modo que ele se identifique com os personagens ou que fique "pendente" do desenrolar e do final da história.

Se a história é coerente, tem princípio, meio e fim e se o leitor não a largar enquanto não chegar à última palavra, penso poder afirmar que esse leitor gostou da história e quererá ler outras.

Reconheço a simplicidade da minha escrita. No entanto, em cada uma das histórias, tento transmitir uma mensagem de solidariedade, de princípios e valores que, nos tempos que correm, já não fazem parte do vocabulário do ser humano, salvo exceções.

O meu maior desejo era que todos os seres humanos vivessem felizes ao cimo do planeta. Nesse contexto, gostaria que as minhas histórias chegassem ao maior número, possível, de leitores e tivessem o poder de mudar a mentalidade de quem as lesse. Utopia? Quem sabe? Afinal "Os Milagres ainda existem."

Relativamente às histórias reais ou de ficção, aqui fica aquela frase célebre do escritor português, Eça de Queirós, na sua obra "A Relíquia" publicada em 1887: "Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia."

"Diáfano: que deixa passar a luminosidade sem ser transparente. (Dicionário Aulete)."

Quero ainda acrescentar, a frase mais bela que li sobre as histórias do meu primeiro livro, escrita por uma leitora que se encontra num país banhado pelo Índico: "Cada uma das tuas histórias foi um rebuçadinho na minha vida." É claro que me senti muito feliz.

Um Grande Abraço.
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